A chave do sucesso para a redução de custos para RHs e Operadoras

Em tempos de Pandemia, chega a ser palpável a necessidade de programas e alternativas de acesso a  saúde, que olhem para uma jornada efetiva de educação, conscientização da necessidade de hábitos saudáveis, e de prevenção para o cidadão comum, que é sempre a primeira vítima de um sistema público de saúde caótico, principalmente nos grandes centros, ou no caso da saúde suplementar, caro e por vezes ineficiente do ponto de vista dos contratantes.

Tanto em nível público quanto em nível privado, existem uma infinidade de programas de atenção a recortes populacionais específicos, como crônicos ou gestantes, que são extremamente eficientes mais sofrem de uma dor comum, que é a adesão dos pacientes a jornada proposta pelos programas, que na maioria absoluta das vezes entregam uma redução significativa nos sinistros a que a população atendida está exposta.

Historicamente, os programas usuais com base em acompanhamento telefônico ou até com visitas presenciais periódicas que tenham uma adesão de 40% da população elegível, é considerado um programa de sucesso sob a ótica do engajamento. Com a revolução tecnológica e a crescente adesão das gestoras públicas ou privadas de saúde aos aplicativos, viu-se a adesão média subir em 50%, entretanto um novo desafio surgiu, o da retenção.

Se por um lado ter um programa de saúde na palma da sua mão é o caminho mais curto para acesso a saúde, por outro lado a impessoalidade que a tecnologia traz, faz com que a novidade e curiosidade do usuário que o leva a baixar o App, rapidamente comece a ser percebido mais como uma chateação e cobrança do ponto de vista de quem tem que dar informações a uma máquina, sem nenhuma recompensa percebida no curto prazo.

Não interessa se o veículo é uma tela, ou um consultório, questões de saúde sempre vão carregar uma carga emocional enorme, e por isso o engajamento aos programas de saúde sempre vão demandar humanização, acolhimento e recompensa clara.

Os programas com base tecnológica que conectam gente com gente, criando uma relação de confiança entre provedor e usuário, tem mostrado resultados práticos, tão palpáveis quanto a necessidade de mais leitos de UTI´s num momento de pandemia.

51% de redução de visitas aos PSs foi o número alcançado pelo app Bellamaterna, que oferece um programa de apoio a gestantes mães e bebês, comparando a população assistida vs a população não assistida de um de seus contratantes, em apenas 3 meses de trabalho.

Empresas e operadoras de saúde que tem um olhar de inovação nesta área e que estão aderindo a estes programas, tem experimentado uma redução drástica em seus sinistros, acompanhado de uma transformação nas relações entre seus beneficiários/colaboradores, que começam a entender naturalmente a necessidade de aderir as novas tecnologias em benefício próprio. Relatos de contratantes destes app´s deixam claro que ao terem criado esta cultura de acesso a saúde através da tecnologia nos dois últimos anos, tiveram uma adesão a telemedicina em tempos covid 19, bem mais rápida e menos traumática, do ponto de vista de usuários e profissionais de saúde.

É fato que a adesão a tecnologia é um caminho sem volta do ponto de vista da sustentabilidade da cadeia de saúde, porém é diretamente proporcional a necessidade de que não se perca de vista que o pilar que sustenta uma jornada de saúde efetiva, é o apoio emocional, através de acolhimento,  humanização, e vínculo, tudo isso gerando confiança.

Gente gosta de falar com gente que te entende. Esse é o caminho para o Engajamento.

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